Tenebrosos anoiteceres sob a plúmbea abóbada do céu, em que esta dor singular restitui em golpes precisos a tua imagem, os teus gestos…Tornando a solidão desconcertante. Agridoce.
(de minha autoria)
"escrever é um modo falsamente inofensivo de nos suicidarmos. "
Tenebrosos anoiteceres sob a plúmbea abóbada do céu, em que esta dor singular restitui em golpes precisos a tua imagem, os teus gestos…Tornando a solidão desconcertante. Agridoce.
(de minha autoria)
"
Gastei-me nesta errância por mim.
Arrasto-me pusilânime pela calçada com uma bala alojada no coração.
"(de minha autoria)
Naquele mês habitava-a uma daquelas desolações rigorosas e austeras que o tempo amadurece. Já sabia a data da partida definitiva dele. Aquando a chegada desse dia a dormência que havia cultivado desfez-se, a alma soluçava-lhe freneticamente e não podia dizer uma palavra.
(de minha autoria)
Noites passadas numa vigília constante,
com recorrentes episódios de dispneia.
E é neste vil dilúvio que te encontro
solitário e desamparado.
Dos meus lábios sorves toda a tristeza do mundo
e quanto te ausentas tudo em mim se dilacera
…
(de minha autoria)
(via onze-minutos)
"Aquela existencialista anda com a melancolia enterrada nos bolsos."
(de minha autoria)
"O que nos condena não é a espera, é a demora."
(de minha autoria)
Caminho sem rumo
paralelamente à melancolia da maré baixa,
deixo que os meus pés se enterrem na areia
enquanto uma luz crepuscular banha a pele estalada do meu rosto
.
Caminho sem rumo
condenada à interminável ardência desta sede, secular…
…
(de minha autoria)
Para nada parece servir o tempo
e toda esta perseguição incongruente do amor.
As luzes extinguem-se no intervalo de um gesto proibido,
é impossível esta quimérica conquista do passado.
Vivemos irrevogavelmente no improviso de uma ponte sob um Abismo imenso…
…
(de minha autoria)
"As almas lusitanas retiram da tristeza um perverso prazer."
(de minha autoria)
Os dias
numa suspensa inquietação
provocada pela profunda mudez de Janeiro
Ávidos punhais habitam irrevogavelmente a minha contemplativa solidão
E no teu rosto afiguram-se-me difusas paisagens da memória.
…
(de minha autoria)
(via silencedrunk)